Nossas origens
Um lugar para brilhar
No ano de 2020, Juliane de Oliveira Caetano, formada em Direito no Centro Universitário Ritter dos Reis em 2011, tendo atuado como professora universitária no curso de Direito de 2016 a 2019 na Faculdade Estácio do Rio Grande do Sul resolveu se afastar da educação superior e idealizou uma escola de educação infantil inspirada em alguns estudos pedagógicos que estimulam a autonomia e o desenvolvimento da criança, respeitando a sua singularidade.
A proprietária e diretora da escola Juliane de Oliveira Caetano é mãe, seu único filho atualmente tem três anos de idade e desde que começou a buscar uma escola junto com seu companheiro não encontrou uma que atendesse a tudo o que procurava. Desde 2019 passou a idealizar, planejar e criar uma escola diferenciada adotando diferentes métodos de aprendizagem em virtude da faixa etária e de características de cada criança, visto que cada ser é único e por isso deve ser analisada as características de cada um para aplicar o método mais apropriado.
Com o intuito de ser um espaço de ensino acolhedor, se entende que as crianças com necessidades especiais serão incluídas e receberão atendimento especializado para serem inseridas e integradas a cada nível escolar.
Em virtude da pandemia de COVID-19 iniciada em outubro de 2019 na China e em 11 de março de 2020 no Município de Porto Alegre/RS, a inauguração da escola foi postergada para o mês de dezembro. Atividades pedagógicas como psicomotricidade, música, inglês, dança, teatro ficaram suspensas enquanto houver a referida patologia que veda a aproximação social e limita em cinquenta por cento a capacidade de atendimento.
Muitas escolas de educação infantis não estão conseguindo sobreviver a epidemia do COVID 19, pois houve o impedimento de funcionamento mediante a publicação de decretos e mesmo sendo uma atividade essencial houve a necessidade de se priorizar a vida.
Tendo em vista que o ensino apenas é obrigatório a partir dos 4 anos de idade e sendo a educação ofertada pelo Estado de forma gratuita e diante dessa grande crise sanitária e econômica a expectativa é que diversas famílias necessitarão usufruir das creches municipais e escolas públicas.
Entretanto, em virtude da impossibilidade das escolas poderem abrir com a lotação máxima, muitas famílias não serão atendidas na educação pública e necessitarão buscar novas Escolas de Educação Infantis privadas para apoiar de forma segura as famílias que necessitam e buscam ensino de qualidade que promova o pleno desenvolvimento da criança como um ser social, político, religioso, econômico, ambiental, cultural e científico
